Variação do INCC – Abril 2011

12, abril, 2011

Os mais jovens começaram a pensar mais à frente. Bares, baladas, saídas sem destinos passaram a ser substituídos parcialmente por aquisições de bens. A expansão imobiliária no país impulsiona essa tendência, tanto que nos próximos anos a atual demanda pode até causar bolhas no segmento.

O público adulto, por sinal, também procura estabelecer alicerces para seu orçamento. A novidade – nem tão nova assim – partiu, pois, das classes sociais de menor poder aquisitivo, que mesmo com o programa “Minha Casa, Minha Vida” mostrou-se com capacidade mais ampla de adquirir financiamentos.

Indexador utilizado no reajuste de imóveis comprados na planta, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) permaneceu inalterado em 0,23% no primeiro decêndio de abril em relação ao período análogo do mês passado.

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a taxa referente a Materiais, Equipamentos e Serviços desacelerou de 0,44% para 0,13%.

O índice relativo ao custo da Mão de Obra manteve o mesmo nível de antes, em 0,34%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

INCC, Índices, Notícias

Variação do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) – Março 2011

8, abril, 2011

As várias classes sociais brasileiras passaram a ter acesso a bens e serviços em maior volume desde meados do final de 2009. As medidas aplicadas pelo governo para afugentar os principais efeitos da crise financeira mundial surtiram tanto efeito que atualmente é possível observar inúmeros empreendimentos imobiliários nos grandes centros e nas periferias em construção e lançamento.

Mensalmente, compradores de imóveis na planta recebem boletos em casa com a parcela prevista em contrato mais reajustes. Informações apregoadas na quinta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em conjunto com a Caixa Econômica Federal apontam que o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) apresentou variação de 0,52% no mês passado, ou seja, 0,13% acima dos cálculos de fevereiro (0,39%).

O IBGE assoalha que nos últimos doze meses encerrados em março, a variação abrangida pelo Sinapi abraçou taxa de 6,88%, portanto inferior aos 7,15% computados no período imediatamente anterior.

O custo nacional da construção, calculado por metro quadrado, subiu de R$ 771,45 em fevereiro para R$ 775,43 em março, dos quais R$ 336,72 referentes à mão de obra e R$ 438,71 atinentes aos materiais.

Lapidado em índices, o aumento da mão de obra chegou a 0,59% entre fevereiro e março, de 0,39% para 0,98%. Por outro lado, a taxa relacionada a materiais subiu de 0,23% para 0,39%, diferença de 0,16%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Construção Civil, Índices, Notícias, Sinapi

Carrefour pode Investir no Setor Imobiliário

5, abril, 2011

O compromisso dos empresários com investimentos pelo Brasil segue em alta. Após meses de expansão do setor imobiliário, empresas almejam solidificar suas atividades por aqui de várias maneiras. A mais recente notícia, que interessa diretamente aos trabalhadores da construção civil, provém da francesa Carrefour.

A rede, com 114 lojas no Brasil, quer, em sociedade com construtoras, edificar shoppings e prédios comerciais no mesmo local em que seus hipermercados estão instalados. Em princípio, 70 imóveis apresentam bom potencial para projetos dessa magnitude.

A conversa não deve ficar apenas na ideia. Até o final de 2011, a Carrefour realizará dois projetos-pilotos em São Paulo. Nos próximos dias, funcionários da Carrefour Property devem chegar ao Brasil para determinar alguns detalhes do intento. Embora seja uma novidade como já dito, idealização semelhante ocorreu em 2009 com o Grupo Pão de Açúcar.

Os empresários precisam estar alerta, pois o crescimento do setor imobiliário, mesmo de maneira vertical e com aproveitamento de empreendimentos anteriores, deverá esvaziar os terrenos nas regiões metropolitanas. As periferias dos grandes centros e o interior de cidades referenciais devem ser olhados com mais atenção, muito mais do que já é feito.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Carrefour, Mercado Imobiliário, Notícias

FGV – INCC apresentou avanço em março de 2011

31, março, 2011

Adquirir um imóvel na planta é um dos sonhos mais ostentados pelos brasileiros que almejam residir em ambiente próprio sem precisar depender de heranças, de morar debaixo do teto de pais ou de outros parentes, entre outros exemplos.

Quando o consumidor visita um stand de vendas de prédios residenciais, geralmente procura saber todos os detalhes sobre o empreendimento. Quantos dormitórios, piscinas, quadras poliesportivas, espaço para leitura, playground, etc. Mensalmente, ainda durante as obras, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) reajusta o valor das parcelas, situação que por algumas vezes pega o comprador desavisado de surpresa.

Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) ilustraram variação de 0,44% do INCC de março. A taxa, portanto, fixa-se 0,05% acima do índice de fevereiro (0,39%).

Dos três grupos sondados no levantamento, dois registraram aumento nas taxas, com destaque para Materiais & Equipamentos, que subiu de 0,54% para 0,64%, seguido por Mão de Obra, com alta de 0,12% para 0,27%. O índice da categoria Serviços arrefeceu de 1,04% para 0,46% entre fevereiro e março.

Por Luiz Felipe T. Erdei

2011, INCC, Índices, Notícias

Aluguel de Imóveis – Reajuste do valor em abril de 2011

31, março, 2011

Um dos meios para conquistar a independência física da casa dos pais é adquirir um imóvel próprio ou buscar aluguéis de residências, que podem tanto ser casa como apartamento (de um, dois ou mais dormitórios). A opção por um ou outro depende do valor praticado e da intenção do consumidor.

De acordo com o Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais do Estado de São Paulo (Secovi-SP), os contratos de aluguel residencial que utilizam o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) como base serão reajustados em 10,95% em abril. Apesar de o índice se mostrar elevado, trata-se da menor taxa desde janeiro.

De acordo com Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia do Secovi-SP, em função da insuficiência de oferta de residenciais para locação, o reajuste precisa ser consagrado integralmente. Se entre abril do ano passado e março de 2011 o aluguel chegava a R$ 1 mil, com essa correção o novo valor fica em R$ 1.109,50.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secovi-SP

Aluguel de imóveis, IGP-M, Notícias

INCC-M – Alta em março de 2011

29, março, 2011

O reajuste das parcelas de financiamento de imóveis adquiridos na planta causa confusões entre as pessoas que não conseguem melhores orientações diretamente com a construtora ou com os corretores no ato da venda. Mensalmente, há adequações de valores, baseados, então, no Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M).

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), este componente apresentou variação de 0,44% em março, 0,05% acima do registrado em fevereiro. No acumulado de 2011, a taxa descrita é de 1,21% e nos últimos 12 meses, de 7,45%.

Dentre os itens cerceados pelo INCC-M, o grupo Materiais, Equipamentos e Serviços desacelerou para 0,60% em março, contra 0,65% de fevereiro. O índice relativo à Mão de Obra, porém, passou de 0,12% para 0,27% no período.

Separado em dois, a categoria Materiais e Equipamentos apresentou variação de 0,64% no mês, frente à taxa de 0,54% de fevereiro. Materiais para estrutura representaram o maior avanço neste ao subirem de 0,30% para 0,63%, movimento parecido em relação aos equipamentos para transporte de pessoas, que saltou de 0,16% para 0,29%.

Serviços, diferentemente dos dois quesitos acima, desacelerou para o índice de 0,46% em março, boa diferença em comparação à taxa de fevereiro (1,04%).

Das setes capitais sondadas no estudo, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e Salvador registraram incremento nos índices, com Recife, Rio de Janeiro e São Paulo no sentido inverso.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV

2011, INCC-M, Índices

Índice de Confiança do Comprador de Imóvel apresentou crescimento em fevereiro de 2011

23, março, 2011

O setor imobiliário torna-se, no decorrer dos tempos, o preferido dos investidores. A alta valorização de residências (prédios ou casas) viabiliza o emprego financeiro em moradias adquiridas na planta. Estimativas apontam que um imóvel apresenta valorização superior a 200% em poucos anos depois de concluídas as obras.

O brasileiro parece estar disposto a continuar adquirindo moradias. Independente do programa do governo federal para o segmento, o “Minha Casa, Minha Vida”, os números só tendem a crescer, tanto que levantamento realizado pela Lopes Inteligência de Mercado volta a ilustrar crescimento no interesse de compra de imóveis.

Em fevereiro, o Índice de Confiança do Comprador de Imóvel (ICCI) avançou 1,9% em comparação a janeiro. Acompanhando essa disposição, o Índice de Expectativas também apresentou acréscimo, de 4%, para 142,9 pontos.

A sondagem, que abordou a opinião de 562 pessoas no mês de fevereiro, revelou que 61% dos consultados buscam moradias de até R$ 250 mil, índice 18% acima do mesmo estudo de janeiro.

Mesmo com as medidas de restrição de crédito abraçadas pelo Banco Central (BC), os índices parecem não desacelerar. Ao longo do ano, a intenção de compra deve diminuir na medida em que o consumidor perceber que 2011 será, possivelmente, um ano de maior aperto.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa

2011, Compra, ICCI, Imóveis, Índices

Secovi-SP – Aluguel de Imóveis em São Paulo – Crescimento em fevereiro de 2011

22, março, 2011

O boom imobiliário, no país, teve diversos pontos de origem, entre eles poder de renda mais saliente do brasileiro, bem como aumento do número de empregos na última década e acesso ao crédito com menos restrições. Para atalhar possibilidades de “bolha imobiliária”, assim como outros entraves semelhantes, o Banco Central (BC) decidiu iniciar um ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, Selic, assim como determinações em torno do crédito.

Em compensação, muitas pessoas ainda optam por alugar imóvel residencial, casa ou apartamento. Segundo informações divulgadas pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), o número de contratos novos relacionados à locação, na cidade de São Paulo cresceu, 0,9% em comparação a janeiro, índice que salta para 15,14% no acumulado dos últimos 12 meses.

De acordo com Francisco Crestana, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do sindicato, embora exista grande falta de imóveis para locação na cidade, incidindo no avanço de valores dos novos contratos, a taxa de incremento de aluguéis apresenta-se em baixa. Para fomentar sua opinião, avalia que é a primeira ocasião, desde novembro do ano passado, que a ascensão do índice fica abaixo de 1%, ou seja, a incidência de oferta e demanda começa a ilustrar equilíbrio.

Separado por portes, as moradias de um e dois dormitórios sofreram aumento de preços de 0,4% e 0,5%, respectivamente, ao mesmo tempo em que moradias de três dormitórios representaram avanço de 2,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secovi-SP

2011, Aluguel de imóveis, São Paulo, Secovi

Materiais de Construção – Estabilidade nas Vendas em fevereiro de 2011

17, março, 2011

Levantamento edificado pelo Ibope Inteligência a pedido da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) assoalha que a comercialização de material de construção no setor varejista registrou estabilidade no mês passado, ou seja, nem acréscimo, nem queda foram descritos no período.

A manutenção no nível, porém, acompanha a queda de 5,3% registrada em janeiro sobre seu mês imediatamente anterior. De acordo com Cláudio Conz, presidente da associação, a estimativa de crescimento do ramo em 11% para este ano foi revista para 8,5%.

Apesar desses dados, por ora “positivos” (estáveis) no confronto mensal, a Anamaco se mantém confiante quanto à continuidade da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até dezembro próximo. Soma-se a este fator os empreendimentos edificados por meio do programa do governo federal para a área, o “Minha Casa, Minha Vida”, e outros projetos (de médio e curto prazo), dentre eles obras para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Na visão de Conz, o progresso do poder aquisitivo da população menos endinheirada e o desenvolvimento da economia, além de alguns outros, devem tornar 2011 um bom ano para o setor.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Anamaco

2011, Materiais de Construção, Notícias, Vendas

FGV – INCC apresentou variação de 0,23% na 1ª prévia de março de 2011

14, março, 2011

O setor da construção civil, em franca expansão pelo país, deve apresentar ritmo mais baixo de aquisições e lançamentos neste ano em comparação à movimentação registrada em 2010. Mesmo assim, empresários do ramo têm procurado inovar no maquinário para conferir menor custo às obras, além de maior velocidade na conclusão de novos empreendimentos.

Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registraram variação de 0,23% no Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) no primeiro decêndio de março. No período análogo de fevereiro, a taxa constatada chegou a 0,52%.

Afunilado por categorias, a taxa referente a Materiais, Equipamentos e Serviços contabilizou variação de 0,44% no primeiro decêndio do mês, contra 0,79% do intervalo igual de um mês atrás. O índice que traduz a despesa da Mão de Obra permaneceu inalterado entre ambos os períodos, em 0,24%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV

2011, Construção Civil, INCC, Índices, Notícias