Secovi-SP – Alta nos valores dos aluguéis em abril de 2011

25, maio, 2011

O mercado de locação de imóveis continua em alta, mesmo com as possibilidades oferecidas pelas construtoras e pelo próprio governo para a aquisição da moradia própria. Levantamento realizado pelo Departamento de Economia e Estatística do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo (Secovi-SP) aponta, porém, que os contratos novos de aluguel assinados em abril descreveram aumento médio de 2,2% de preços ante março.

Esta alta, que não é pequena, contribui para a taxa acumulada de 15,82% dos últimos 12 meses. Para Francisco Crestana, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP, os valores praticados estão mais elevados porque a demanda por imóveis sob o regime de aluguel está acima da própria oferta na capital paulista.

No intuito de salientar sua posição, Crestana revela que basta um imóvel ficar desocupado para uma fila de interessados se formar. Nos dias atuais, pondera, muitas pessoas buscam a comodidade de morar perto do trabalho, mesmo que temporariamente.

Os imóveis de dois e três quartos foram aqueles que registraram os maiores avanços no valor do aluguel, com altas médias de 2,5% no mês de abril em comparação a março. As moradias de um e dois dormitórios registraram incremento de 2% e 2,2%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Locação de Imóveis em São Paulo – Aumento em Março 2011

28, abril, 2011

Quando o sonho da casa própria parece distante, uma boa saída é locar moradia. Um levantamento realizado pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP revela que os aluguéis residenciais novos na cidade de São Paulo avançaram 2,1% entre fevereiro e março de 2011. Esse crescimento, no final das contas, gera índice de 15,25% n acumulado dos últimos 12 meses.

Na visão de Francisco Crestana, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do sindicato, atualmente existe falta geral de imóveis para alugar na capital paulista, situação que empurra os valores da locação para cima.

O Secovi-SP aponta que os contratos de aluguel celebrados em conformidade ao Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) sofrerão reajuste em 10,95% em abril, taxa acumulada e relacionada aos últimos 12 meses encerrados em março.

A ascensão registrada nos contratos novos foi estimulada, especialmente, pelas residências de dois e três dormitórios, cujas taxas avançaram 2,7% e 3,6%, respectivamente. Nas moradias de um quarto o acréscimo abraçou índice de 0,5% no mês de março em detrimento a fevereiro.

A expansão do setor imobiliário pode ajudar a explicar essa constatação de carência de imóveis de locação. Algumas pessoas, na espera pela entrega das chaves de seu lar próprio, optam por alugar um canto temporário.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secovi-SP

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Secovi-SP – Aluguel de Imóveis em São Paulo – Crescimento em fevereiro de 2011

22, março, 2011

O boom imobiliário, no país, teve diversos pontos de origem, entre eles poder de renda mais saliente do brasileiro, bem como aumento do número de empregos na última década e acesso ao crédito com menos restrições. Para atalhar possibilidades de “bolha imobiliária”, assim como outros entraves semelhantes, o Banco Central (BC) decidiu iniciar um ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, Selic, assim como determinações em torno do crédito.

Em compensação, muitas pessoas ainda optam por alugar imóvel residencial, casa ou apartamento. Segundo informações divulgadas pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), o número de contratos novos relacionados à locação, na cidade de São Paulo cresceu, 0,9% em comparação a janeiro, índice que salta para 15,14% no acumulado dos últimos 12 meses.

De acordo com Francisco Crestana, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do sindicato, embora exista grande falta de imóveis para locação na cidade, incidindo no avanço de valores dos novos contratos, a taxa de incremento de aluguéis apresenta-se em baixa. Para fomentar sua opinião, avalia que é a primeira ocasião, desde novembro do ano passado, que a ascensão do índice fica abaixo de 1%, ou seja, a incidência de oferta e demanda começa a ilustrar equilíbrio.

Separado por portes, as moradias de um e dois dormitórios sofreram aumento de preços de 0,4% e 0,5%, respectivamente, ao mesmo tempo em que moradias de três dormitórios representaram avanço de 2,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secovi-SP

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Mercado de Imóveis no Interior de São Paulo

21, fevereiro, 2011

O tempo de imaginar que apenas os grandes centros urbanos apresentavam as melhores oportunidades de emprego já pertence ao passado. Com a instalação de empresas de médio e grande porte nas cidades interioranas, profissionais têm procurado novas oportunidades, mesmo que, para isso, precisam se mudar.

Além dessa constatação, a própria população local passou a usufruir do bom cenário da economia do país, tanto que informações descritas pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) revelam que os imóveis de dois dormitórios econômicos e de dois quartos sem elevador estão em alta entre os lançamentos no interior paulista.

O sindicato assinala que o crédito bancário mais acessível, o aumento da massa salarial das classes C e D e o programa do governo federal ‘Minha Casa, Minha Vida’ são as principais constatações para esse alçamento.

Em São José do Rio Preto, o índice de lançamentos desses portes chegou a 47,1% do total, percentual similar ao de Bauru (42,4%), mas inferior ao de Sorocaba (57,2%).

O preço do metro quadrado nessas regiões varia de R$ 2 mil a R$ 2,3 mil, podendo chegar de R$ 2,4 mil a R$ 4,9 mil entre os lançamentos mais tradicionais, de alto padrão e com localização privilegiada.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Venda de Imóveis Novos em SP – Pesquisa do Secovi

18, fevereiro, 2011

Os números do setor imobiliário permanecem aquecidos. O lançamento de novos empreendimentos, as entregas de outros que já estavam em andamento há um, dois ou mais anos e as perspectivas futuras tornam este um dos setores mais promissores e rentáveis, também para investimentos.

Em dezembro de 2010, o mercado de imóveis novos na cidade de São Paulo contabilizou vendas de 4.960 unidades, alta de 51,7% sobre novembro. Apesar de esse índice ser notório, na comparação com o período igual de 2009 a comercialização decaiu 12,4%.

De acordo com a Pesquisa sobre o Mercado Imobiliário levantada pelo Secovi-SP, o indicador Vendas Sobre Oferta (VSO) registrou índice de 29,2% no mês de dezembro, contra 24,1% de novembro e outros 30,8% de dezembro de um ano antes. Esse medidor refere-se ao número de unidades vendidas e as ofertas de um mesmo período.

Os imóveis de dois dormitórios representaram 52% do total vendido, no mês na cidade de São Paulo, desde empreendimentos com valor de R$ 100 mil a outros acima de R$ 900 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Aluguel de imóveis sobe 11,32% em São Paulo

31, janeiro, 2011

Àqueles que não possuem condições de adquirir imóvel novo ou que não querem fazê-lo por motivos distintos, locar residências surge como boa alternativa, sobretudo quando ela está situada próximo ao local de trabalho. Em 2010, o mercado de locação residencial para os paulistanos aumentou consideravelmente, tanto aos contratos mais antigos como aos novos.

De acordo com Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) nos contratos válidos com aniversário neste início de ano (janeiro) e com o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) como base para cálculos, o aumento chegou a 11,32% entre janeiro e dezembro.

Nos contratos novos fixados no mês passado, houve acréscimo médio de 1,9%, no valor de apartamentos e casas, em comparação a novembro. Para Francisco Crestana, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do sindicato, essa alta serena poder ter como origem a ascensão das devoluções e atendimento de listas de espera de locatários.

A falta de imóveis para locação pode até diminuir nos próximos anos, pois as residências edificadas com base nas diretrizes do programa “Minha Casa, Minha Vida” devem ser entregues gradualmente. Contudo, ainda é cedo para emitir qualquer apreciação em torno dessa possibilidade.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secovi-SP (release)

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Imóveis de 2 dormitórios são os mais procurados

21, janeiro, 2011

A expansão do setor imobiliário deve ser mais branda em 2011, após meses de intensa atividade por todo o país. De acordo com o Departamento de Economia e Estatística do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), por meio da Pesquisa do Mercado Imobiliário, 31 mil residências novas foram edificadas em São Paulo entre janeiro e novembro do ano passado, mil unidades a mais em relação ao período análogo de 2009.

A configuração de destaque nesses 11 meses foram os imóveis de dois quartos, responsáveis por 40% das unidades comercializadas. Os lares de três dormitórios, porém, representaram índice não muito abaixo desse, de 32%, enquanto moradias de quatro quartos, 17%. De acordo com a pesquisa, a menor procura foi pelos locais de apenas um dormitório (11%).

Embora medidas de aperto de crédito venham a diminuir as vendas pelo setor, se os prognósticos se confirmarem a diretoria do Sindicato da Habitação crê na continuidade dos bons resultados averiguados no segmento, com crescimento próximo ao índice do Produto Interno Bruto (PIB), calculado (para 2011) em 4,5% pelo Banco Central (BC).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online

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Aluguel de Imóveis em São Paulo – Novembro de 2010

19, janeiro, 2011

Nem sempre o consumidor consegue adquirir bens de valores altos, sobretudo veículos automotores e residências. Ao segundo caso, portanto, pode-se dar “aquele” jeitinho de ter um canto para morar, que é justamente a ocupação de imóvel sob o regime do aluguel. Nos meses de setembro e outubro do ano passado, o índice de locação no Estado de São Paulo recuou consideravelmente, porém em novembro a história foi diferente.

Dados divulgados no dia 17 de janeiro pelo Conselho Regional dos Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo (Creci-SP) indicaram avanço de 1,63% no número de locações realizadas na região em comparação a outubro, que havia contraído queda de 13,72% sobre setembro.

Das quatro regiões consultadas, três configuraram avanços no índice, com destaque para o litoral, território em que a locação registrou salto de 36,26% em novembro sobre seu mês imediatamente anterior. Na capital paulista o avanço foi mais ameno, de 1,85%, enquanto o grande ABC, Osasco e Guarulhos, contabilizaram juntas  incremento de 1,21%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL

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Secovi-SP – Vendas de Imóveis em 2010

13, janeiro, 2011

Notícias circundando o bom momento do setor imobiliário brasileiro não são mais novidades. Levantamento realizado pelo Departamento de Economia e Estatística do O Sindicato das Empresas  de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) indica que entre janeiro e dezembro do ano passado 31 mil residências novas foram vendidas na cidade de São Paulo, um mil acima do período igual de 2009.

De acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário, estudo em questão, a quantidade só não atingiu um patamar mais elevado em virtude dos lançamentos não terem acompanhado o ritmo do segmento. Apesar disso, em 2010 cerca de 36 mil unidades comercializadas poderão ser constatadas.

O Secovi-SP exprime que o índice Vendas Sobre Oferta (VSO) chegou a 22,7%, em média, de janeiro a novembro. O medidor tem por base a correspondência entre o total de imóveis comercializados sobre o volume ofertado mensalmente. A classe média foi a grande responsável pelo bom patamar do VSO, uma vez que a casta adquiriu bom número de lares.

Release divulgado pelo sindicato expõe que no acumulado de 2010 até novembro, conforme informações da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), 30 mil unidades foram lançadas em São Paulo, 19% acima do período análogo de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Imóveis, São Paulo, Secovi, Vendas

Valorização de Imóveis em São Paulo – 2010

29, novembro, 2010

A cidade de São Paulo teve este ano uma elevação nos preços de seus imóveis novos, demonstrando uma grande valorização no setor.

No período de janeiro a outubro deste ano, o metro quadrado dos imóveis lançados no mercado teve um aumento de 81%, em relação ao mesmo período do ano anterior. Como exemplo tem-se os apartamentos residenciais do Bela Vista, no Centro de São Paulo, onde o preço do metro quadrado é de R$8.043.

Considerando a cidade como um todo, em 2010 houve uma média de 29% de aumento na valorização dos imóveis novos, em relação ao ano de 2009. Em Moema, na zona sul paulista, foi encontrado o maior valor médio por metro quadrado de imóveis em lançamento, registrado em R$10.513.

Por Elizabeth Preático

Imóveis Novos, São Paulo, Valorização