Índice de Confiança do Comprador de Imóvel apresentou crescimento em fevereiro de 2011

23, março, 2011

O setor imobiliário torna-se, no decorrer dos tempos, o preferido dos investidores. A alta valorização de residências (prédios ou casas) viabiliza o emprego financeiro em moradias adquiridas na planta. Estimativas apontam que um imóvel apresenta valorização superior a 200% em poucos anos depois de concluídas as obras.

O brasileiro parece estar disposto a continuar adquirindo moradias. Independente do programa do governo federal para o segmento, o “Minha Casa, Minha Vida”, os números só tendem a crescer, tanto que levantamento realizado pela Lopes Inteligência de Mercado volta a ilustrar crescimento no interesse de compra de imóveis.

Em fevereiro, o Índice de Confiança do Comprador de Imóvel (ICCI) avançou 1,9% em comparação a janeiro. Acompanhando essa disposição, o Índice de Expectativas também apresentou acréscimo, de 4%, para 142,9 pontos.

A sondagem, que abordou a opinião de 562 pessoas no mês de fevereiro, revelou que 61% dos consultados buscam moradias de até R$ 250 mil, índice 18% acima do mesmo estudo de janeiro.

Mesmo com as medidas de restrição de crédito abraçadas pelo Banco Central (BC), os índices parecem não desacelerar. Ao longo do ano, a intenção de compra deve diminuir na medida em que o consumidor perceber que 2011 será, possivelmente, um ano de maior aperto.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa

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Mercado de Imóveis no Interior de São Paulo

21, fevereiro, 2011

O tempo de imaginar que apenas os grandes centros urbanos apresentavam as melhores oportunidades de emprego já pertence ao passado. Com a instalação de empresas de médio e grande porte nas cidades interioranas, profissionais têm procurado novas oportunidades, mesmo que, para isso, precisam se mudar.

Além dessa constatação, a própria população local passou a usufruir do bom cenário da economia do país, tanto que informações descritas pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) revelam que os imóveis de dois dormitórios econômicos e de dois quartos sem elevador estão em alta entre os lançamentos no interior paulista.

O sindicato assinala que o crédito bancário mais acessível, o aumento da massa salarial das classes C e D e o programa do governo federal ‘Minha Casa, Minha Vida’ são as principais constatações para esse alçamento.

Em São José do Rio Preto, o índice de lançamentos desses portes chegou a 47,1% do total, percentual similar ao de Bauru (42,4%), mas inferior ao de Sorocaba (57,2%).

O preço do metro quadrado nessas regiões varia de R$ 2 mil a R$ 2,3 mil, podendo chegar de R$ 2,4 mil a R$ 4,9 mil entre os lançamentos mais tradicionais, de alto padrão e com localização privilegiada.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Novo valor para utilização do FGTS em financiamentos de imóveis

7, fevereiro, 2011

Um imóvel novo é sinônimo não apenas de muito suor e trabalho, mas também de consequências da própria vida em meio ao ambiente econômico brasileiro. Logicamente, existem famílias com bons rendimentos, que com maior facilidade conseguem adquirir casas e apartamentos, mas num contexto geral, tal conquista motiva novos ares.

Um dos meios de aquisição de imóveis é fazer uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), seja no início do financiamento ou de dois em dois anos, como abatimento do débito, com o morador já em seu lar.

Na quarta-feira passada (2 de fevereiro), o Conselho Curador do fundo decidiu ampliar o valor máximo de utilização do FGTS no financiamento para famílias de baixa renda. O novo valor é de até R$ 170 mil. A fixação abrange as regiões metropolitanas dos estados do Rio Janeiro, de São Paulo e do Distrito Federal.

A remuneração máxima, neste caso, permanece em R$ 4,9 mil para cidadãos situados nas regiões metropolitanas e municípios com população idêntica ou acima de R$ 250 mil. Para os demais locais do país, renda máxima de R$ 3,9 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secom

FGTS, Financiamento, Imóveis, Notícias

Imóveis em locais de enchente podem desvalorizar 30%

3, fevereiro, 2011

O sonho da casa própria certamente transita na cabeça de inúmeras pessoas que vivem de aluguel ou que querem, invariavelmente, sair da casa dos pais no intuito de conquistar muitos tipos de liberdades, se é que existe a definição “tipos” para esse termo.

Com dinheiro em mãos e empreendimento à vista, negócio fechado. Porém, antes de assinar contrato, deve-se ater atenção ao local do empreendimento, isto porque o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-SP) revela que nos lugares onde existe incidência de enchentes os imóveis sofrem desvalorização de até 30%.

Por outro lado, algumas pessoas optam por adquirir um bem desse porte para outros fins, como aluguel e revenda. De acordo com José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP, um imóvel desvalorizado pode vir a ser um bom investimento a longo prazo, dada às estimativas de progressos na região.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Creci-SP

Desvalorização do imóvel, Enchentes, Imóveis

Imóveis de 2 dormitórios são os mais procurados

21, janeiro, 2011

A expansão do setor imobiliário deve ser mais branda em 2011, após meses de intensa atividade por todo o país. De acordo com o Departamento de Economia e Estatística do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), por meio da Pesquisa do Mercado Imobiliário, 31 mil residências novas foram edificadas em São Paulo entre janeiro e novembro do ano passado, mil unidades a mais em relação ao período análogo de 2009.

A configuração de destaque nesses 11 meses foram os imóveis de dois quartos, responsáveis por 40% das unidades comercializadas. Os lares de três dormitórios, porém, representaram índice não muito abaixo desse, de 32%, enquanto moradias de quatro quartos, 17%. De acordo com a pesquisa, a menor procura foi pelos locais de apenas um dormitório (11%).

Embora medidas de aperto de crédito venham a diminuir as vendas pelo setor, se os prognósticos se confirmarem a diretoria do Sindicato da Habitação crê na continuidade dos bons resultados averiguados no segmento, com crescimento próximo ao índice do Produto Interno Bruto (PIB), calculado (para 2011) em 4,5% pelo Banco Central (BC).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online

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Aluguel de Imóveis em São Paulo – Novembro de 2010

19, janeiro, 2011

Nem sempre o consumidor consegue adquirir bens de valores altos, sobretudo veículos automotores e residências. Ao segundo caso, portanto, pode-se dar “aquele” jeitinho de ter um canto para morar, que é justamente a ocupação de imóvel sob o regime do aluguel. Nos meses de setembro e outubro do ano passado, o índice de locação no Estado de São Paulo recuou consideravelmente, porém em novembro a história foi diferente.

Dados divulgados no dia 17 de janeiro pelo Conselho Regional dos Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo (Creci-SP) indicaram avanço de 1,63% no número de locações realizadas na região em comparação a outubro, que havia contraído queda de 13,72% sobre setembro.

Das quatro regiões consultadas, três configuraram avanços no índice, com destaque para o litoral, território em que a locação registrou salto de 36,26% em novembro sobre seu mês imediatamente anterior. Na capital paulista o avanço foi mais ameno, de 1,85%, enquanto o grande ABC, Osasco e Guarulhos, contabilizaram juntas  incremento de 1,21%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL

Aluguel, Creci-SP, Imóveis, Notícias, São Paulo

Secovi-SP – Luz Solar interfere na valorização de Imóveis

18, janeiro, 2011

Ao adquirir um novo empreendimento clientes são questionados sobre qual andar preferem, quantos dormitórios e qual posição almejam no prédio, ou seja, com maior incidência, ou não, da luz solar, entre outras indagações, todas importantes e que recaem sobre o valor do imóvel.

Informações divulgadas pelo Secovi-SP indicam que a disposição de luz na habitação proveniente da luz do sol em detrimento à luz artificial pode valorizar o local em aproximadamente 10%.

Para Luiz Fernando Gambi, diretor de comercialização e marketing do sindicato, quanto mais o cidadão reside ao sul, mais amplo é o interesse por imóveis situados ao norte, principalmente se a luz solar penetra na sala de estar e nos quartos no período matutino. Em sua visão, além de conferir maior aconchego, essa disposição proporciona economia na conta de energia elétrica.

Artigo exprimido pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) relaciona que residências volvidas ao lado sul tendem a ser mais escuras, frias, inclusive com recorrência de umidade e mofo, também atrapalhando o bom desenvolvimento de plantas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Imóveis, Notícias, Secovi, Valorização

Secovi-SP – Vendas de Imóveis em 2010

13, janeiro, 2011

Notícias circundando o bom momento do setor imobiliário brasileiro não são mais novidades. Levantamento realizado pelo Departamento de Economia e Estatística do O Sindicato das Empresas  de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) indica que entre janeiro e dezembro do ano passado 31 mil residências novas foram vendidas na cidade de São Paulo, um mil acima do período igual de 2009.

De acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário, estudo em questão, a quantidade só não atingiu um patamar mais elevado em virtude dos lançamentos não terem acompanhado o ritmo do segmento. Apesar disso, em 2010 cerca de 36 mil unidades comercializadas poderão ser constatadas.

O Secovi-SP exprime que o índice Vendas Sobre Oferta (VSO) chegou a 22,7%, em média, de janeiro a novembro. O medidor tem por base a correspondência entre o total de imóveis comercializados sobre o volume ofertado mensalmente. A classe média foi a grande responsável pelo bom patamar do VSO, uma vez que a casta adquiriu bom número de lares.

Release divulgado pelo sindicato expõe que no acumulado de 2010 até novembro, conforme informações da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), 30 mil unidades foram lançadas em São Paulo, 19% acima do período análogo de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Imóveis, São Paulo, Secovi, Vendas

Consórcios de Imóveis – Crescimento no número de participantes e contemplados em 2010

12, janeiro, 2011

Imóvel pode ter sido, grosso modo, uma das palavras mais mensuradas no ano passado pela imprensa brasileira, tanto para o sentido positivo da questão como para o negativo. O consumidor tem se mostrado mais otimista quanto à compra desse bem se valendo de várias maneiras, entre as quais financiamentos, aquisição à vista ou consórcios.

Especificamente relacionado ao último caso acima, a venda de novas cotas no setor de consórcios avançou 11,4% no acumulado de 2010 até novembro em relação aos primeiros 11 meses de 2009, para 209,4 mil unidades. Informações apregoadas pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) também indicam incremento no valor médio das cotas para a aquisição de moradias, pulando de aproximados R$ 89,4 mil para mais de R$ 103,3 mil, diferença de 15,6%.

De acordo com o portal R7, em novembro passado o setor agregou 578 mil partícipes, alta de 8% no confronto anual. No acumulado de 2010 até o mês em questão, 61,7 mil cidadãos foram contemplados, alta de 4,8% em detrimento ao período análogo de 2009.

A justificativa para esse bom movimento na visão da associação tem por base a estabilidade no emprego e o bom cenário digerido pela economia brasileira.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Consórcios, Imóveis, Notícias

Setor Imobiliário – Expectativas de Desaceleração

12, janeiro, 2011

A expansão do setor imobiliário foi vigorosa nos últimos anos, tanto pelo aumento do crédito ao consumidor quanto pelo otimismo da população, aumento da massa salarial, crescimento do número de vagas formais e o programa habitacional do governo federal, “Minha Casa, Minha Vida”.

Àqueles que aproveitaram o bom e recente momento devem comemorar muito, pois para 2011 está prevista a diminuição de lançamentos em todo o país. O citado programado governo deverá responder por boa parte dos novos empreendimentos, tanto que para Teotônio Costa Rezende, consultor da vice-presidência de governo da Caixa Econômica Federal (CEF), a segunda fase do MCMV tem por escopo lançar dois milhões de unidades habitacionais até 2014, ano em que o país sediará a próxima Copa do Mundo.

A principal diretriz do programa é conceder subsídios de até R$ 23 mil para moradias de até R$ 130 mil. Na visão de Rezende, o grande obstáculo é tornar possível a utilização de terrenos com boa infraestrutura e a um preço em consonância aos cidadãos de baixa renda.

Na opinião de Ricardo Almeida, professor de finanças do Insper Instituto de Ensino e Pesquisa, o problema atual será superar a ausência da mão de obra e a infraestrutura que comportem, assim, a expansão pretendida.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Alshop

Caixa Econômica, Imóveis, Notícias