Crescimento do INCC em Fevereiro 2011 – Índice Nacional da Construção Civil

22, fevereiro, 2011

A construção civil brasileira conseguiu, no decorrer dos últimos anos, bons números em cada canto do país. A expansão imobiliária, como muitos chamam o atual crescimento, deve permanecer operante nos próximos meses e alguns estudos até citam que grande parte dos novos compradores integra os jovens, ou seja, a preocupação com o futuro se faz cada vez mais presente.

Dados expressos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) ponderam que o Índice Nacional da Construção Civil (INCC) voltou a crescer. No segundo decêndio deste mês, a taxa subiu para 0,42%, após variação de 0,38% do período igual de janeiro.

O percentual relacionado a Materiais, Equipamentos & Serviços variou 0,67%, contra 0,34% de antes. A taxa estrita ao custo da Mão de Obra chegou a 0,17%, ante 0,43% constatada no segundo decêndio de janeiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Construção Civil, INCC, Índices, Notícias

Mercado de Imóveis no Interior de São Paulo

21, fevereiro, 2011

O tempo de imaginar que apenas os grandes centros urbanos apresentavam as melhores oportunidades de emprego já pertence ao passado. Com a instalação de empresas de médio e grande porte nas cidades interioranas, profissionais têm procurado novas oportunidades, mesmo que, para isso, precisam se mudar.

Além dessa constatação, a própria população local passou a usufruir do bom cenário da economia do país, tanto que informações descritas pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) revelam que os imóveis de dois dormitórios econômicos e de dois quartos sem elevador estão em alta entre os lançamentos no interior paulista.

O sindicato assinala que o crédito bancário mais acessível, o aumento da massa salarial das classes C e D e o programa do governo federal ‘Minha Casa, Minha Vida’ são as principais constatações para esse alçamento.

Em São José do Rio Preto, o índice de lançamentos desses portes chegou a 47,1% do total, percentual similar ao de Bauru (42,4%), mas inferior ao de Sorocaba (57,2%).

O preço do metro quadrado nessas regiões varia de R$ 2 mil a R$ 2,3 mil, podendo chegar de R$ 2,4 mil a R$ 4,9 mil entre os lançamentos mais tradicionais, de alto padrão e com localização privilegiada.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Imóveis, Interior Paulista, Mercado Imobiliário, Notícias, São Paulo

Venda de Imóveis Novos em SP – Pesquisa do Secovi

18, fevereiro, 2011

Os números do setor imobiliário permanecem aquecidos. O lançamento de novos empreendimentos, as entregas de outros que já estavam em andamento há um, dois ou mais anos e as perspectivas futuras tornam este um dos setores mais promissores e rentáveis, também para investimentos.

Em dezembro de 2010, o mercado de imóveis novos na cidade de São Paulo contabilizou vendas de 4.960 unidades, alta de 51,7% sobre novembro. Apesar de esse índice ser notório, na comparação com o período igual de 2009 a comercialização decaiu 12,4%.

De acordo com a Pesquisa sobre o Mercado Imobiliário levantada pelo Secovi-SP, o indicador Vendas Sobre Oferta (VSO) registrou índice de 29,2% no mês de dezembro, contra 24,1% de novembro e outros 30,8% de dezembro de um ano antes. Esse medidor refere-se ao número de unidades vendidas e as ofertas de um mesmo período.

Os imóveis de dois dormitórios representaram 52% do total vendido, no mês na cidade de São Paulo, desde empreendimentos com valor de R$ 100 mil a outros acima de R$ 900 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Imóveis Novos, São Paulo, Secovi, Venda, Vendas

Construção Civil – Aumento na Venda de Materias de Construção

18, fevereiro, 2011

Com números expressivos no ano passado, o segmento de construção civil se solidificou como um dos mais rentáveis no país. Por essa breve e outras questões é que o setor de materiais de construção conseguiu, juntamente ao governo federal, a manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até o final de 2011.

O grande número de obras por todo o país, desde empreendimentos residenciais a comerciais, passou a estimular toda a cadeia envolvida e revelou, infelizmente, outras constatações, como é o caso da falta da mão de obra qualificada segundo visão dos empresários.

Para a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), o aquecimento do mercado continuará predominando e as vendas devem crescer entre 10% e 12% neste ano. Boa participação provirá das novas tecnologias, dos equipamentos e de máquinas, bem como de estratégias diferenciadas, que devem atender o dinamismo necessário das companhias.

Empresários do ramo têm apostado na edificação de mini-fábricas, responsáveis, pois, por prover e promover qualidade e agilidade nos processos de fabricação de materiais às obras, bem como instalação de esquadrias, situações que encurtam o tempo de edificação de empreendimentos.

Os ganhos se espalham para todos os lados. Primeiramente às construtoras, que conseguem, assim, entregar obras no prazo certo, depois aos próprios compradores, que podem se programar para mudanças de lar e vida.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Construção Civil, Materiais de Construção, Notícias, Vendas

Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) – índice de 0,42% em fevereiro

17, fevereiro, 2011

Considerado um dos setores que impulsionou e refletiu com certa exatidão a economia brasileira nos últimos anos, o setor de construção civil deve ilustrar, em 2011, índices de crescimento mais amenos, embora a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ao ramo de materiais de construção continue em vigor até 31 de dezembro.

Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) exprimem que o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou variação de 0,42% em fevereiro, pouco abaixo do dado do mês passado, de 0,50%.

Somente o grupo mão-de-obra, integrante do INCC, apresentou desaceleração na taxa, para 0,12% neste mês, contra 0,76% de antes. Os grupos Serviços e Materiais e Equipamentos, por sua vez, sofreram expansão em seus índices, ao passarem de 0,84% para 1,50% e de 0,11% para 0,50%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV

Economia, INCC, Índice Nacional de Custo da Construção

Construção Civil – Estimativas de crescimento em 2011

15, fevereiro, 2011

Dois foram os setores, entre alguns outros, que obtiveram destaque nos últimos meses em meio à expansão da economia brasileira: veículos automotores e habitação. Tanto as pessoas mais pobres quanto as de rendimento maior conseguiram adquirir carro e/ou imóvel, em partes graças às isenções de impostos adotadas pelo governo federal no intuito de diminuir os efeitos da crise econômica global, em partes pelo crescimento da massa salarial e do aumento no número de empregos criados e ocupados.

A construção civil, em alguns quesitos, tem marcado boa presença, tanto que almeja crescer 6% em 2011, mais que a própria indústria como um todo e mais que o índice do Produto Interno Bruto (PIB), estimado para 4,60%, pelo Banco Central (BC), até o início da semana passada.

De acordo com Paulo Safady, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (Cbic), as obras abrangidas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além das voltadas à Copa do Mundo e às Olimpíadas, serão uma espécie de motor daqui para frente.

O Brasil precisa agora, e por meio de parcerias, desenvolver políticas públicas e privadas na finalidade de melhorar a qualificação da mão-de-obra, pois esta situação ainda é e deverá continuar sendo uma das principais reclamações dos empresários. O segmento imobiliário cresceu com astúcia nos últimos meses, superando as perspectivas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Agência Brasil

2011, Construção Civil, Índices, Notícias

IGMI-C – Indicador medirá a rentabilidade do setor imobiliário

15, fevereiro, 2011

Todo e qualquer estudo aponta tanto dados semanais, mensais, trimestrais, semestrais e anuais como, também, projeções atuais e futuras. Cada índice, de diferentes institutos, visa elucidar para a população aquilo que a cerceia, desde sinalizadores sociais aos econômicos.

Na semana passada, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a BM&FBovespa lançaram o primeiro indicador de rentabilidade do segmento imobiliário no país. Trata-se do Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial (IGMI-C), desenvolvido basicamente pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), da própria FGV, com colaboração de 26 entidades e companhias dos setores imobiliário e financeiro.

De acordo com a fundação, a intenção é tornar o IGMI-C uma ferramenta referencial no concernente ao rendimento de imóveis comerciais – como shoppings, escritórios e galpões. Com ela, investidores podem ter outro mecanismo para formarem preços de compra, comercialização e locação.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV

IGMI-C, Índices, Mercado Imobiliário

IBGE – Valores dos materiais de construção e da mão de obra – Janeiro de 2011

9, fevereiro, 2011

Além de sondar o número de habitantes, quais serviços cada qual tem acesso, quantos televisores e rádios as pessoas possuem em casa, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reúne dados igualmente importantes e diretamente relacionados a várias das áreas econômicas.

Em sociedade com a Caixa Econômica Federal (CEF), o IBGE divulgou que o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) adentrou 2011 com variação similar à constatada em dezembro do ano passado, saltando somente 0,01%, para 0,27%.

De acordo com o IBGE, o custo nacional da construção, por metro quadrado, decresceu de R$ 769,06 em dezembro para R$ 768,44 em janeiro, dos quais R$ 332,15 concernentes à mão de obra e o restante, R$ 436,29, referente aos materiais de construção.

Em dados mais específicos, a variação ocorrida na mão de obra acelerou de 0,05% em dezembro de 2010 para 0,20% em janeiro, tendência diferenciada em relação aos materiais, que tiveram variação mais baixa, para 0,32%, contra 0,43% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE

2011, IBGE, Materiais de Construção, Notícias

Pagamento de condomínio – Ações judiciais de cobrança aumentaram em 2010

7, fevereiro, 2011

Informações reunidas e anunciadas pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis (Secovi-SP) assinalam que após três anos de baixas seguidas, a quantidade de ações de cobrança subiu para mais de 11,8 mil em 2010, contra quase 11,5 mil registradas em 2009.

Para Hubert Gebara, vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do sindicato, a alta pode ter acontecido em virtude das férias, pois ela não está estritamente atrelada às taxas inflacionárias ou empregatícias. Em sua visão, viagens e opções de lazer podem ter aumentado os níveis de endividamento do paulistano.

Embora essa constatação tenha sido descrita, o estudo apontou recuo de 13,2% nos processos realizados no último mês de 2010, com exatos 804 casos, ante os 926 registrados em novembro. Sobre dezembro de 2009, por outro lado, a quantidade de casos registrados pulou para 48,34%.

Em 2010, pondera o sindicato, os custos nos condomínios cresceram 7,69%, em média, mais que o dobro dos números calculados em 2009 (3,66%).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secovi-SP

2010, Condomínios Fechados, Notícias, Pagamentos

Novo valor para utilização do FGTS em financiamentos de imóveis

7, fevereiro, 2011

Um imóvel novo é sinônimo não apenas de muito suor e trabalho, mas também de consequências da própria vida em meio ao ambiente econômico brasileiro. Logicamente, existem famílias com bons rendimentos, que com maior facilidade conseguem adquirir casas e apartamentos, mas num contexto geral, tal conquista motiva novos ares.

Um dos meios de aquisição de imóveis é fazer uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), seja no início do financiamento ou de dois em dois anos, como abatimento do débito, com o morador já em seu lar.

Na quarta-feira passada (2 de fevereiro), o Conselho Curador do fundo decidiu ampliar o valor máximo de utilização do FGTS no financiamento para famílias de baixa renda. O novo valor é de até R$ 170 mil. A fixação abrange as regiões metropolitanas dos estados do Rio Janeiro, de São Paulo e do Distrito Federal.

A remuneração máxima, neste caso, permanece em R$ 4,9 mil para cidadãos situados nas regiões metropolitanas e municípios com população idêntica ou acima de R$ 250 mil. Para os demais locais do país, renda máxima de R$ 3,9 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secom

FGTS, Financiamento, Imóveis, Notícias