Aluguel de imóveis sobe 11,32% em São Paulo

31, janeiro, 2011

Àqueles que não possuem condições de adquirir imóvel novo ou que não querem fazê-lo por motivos distintos, locar residências surge como boa alternativa, sobretudo quando ela está situada próximo ao local de trabalho. Em 2010, o mercado de locação residencial para os paulistanos aumentou consideravelmente, tanto aos contratos mais antigos como aos novos.

De acordo com Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) nos contratos válidos com aniversário neste início de ano (janeiro) e com o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) como base para cálculos, o aumento chegou a 11,32% entre janeiro e dezembro.

Nos contratos novos fixados no mês passado, houve acréscimo médio de 1,9%, no valor de apartamentos e casas, em comparação a novembro. Para Francisco Crestana, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do sindicato, essa alta serena poder ter como origem a ascensão das devoluções e atendimento de listas de espera de locatários.

A falta de imóveis para locação pode até diminuir nos próximos anos, pois as residências edificadas com base nas diretrizes do programa “Minha Casa, Minha Vida” devem ser entregues gradualmente. Contudo, ainda é cedo para emitir qualquer apreciação em torno dessa possibilidade.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secovi-SP (release)

Aluguel de imóveis, São Paulo

Seguro residencial contra desastres naturais é obrigatório

30, janeiro, 2011

Adquirir um imóvel não é tarefa das mais fáceis para grande parte da população, embora o programa do governo federal “Minha Casa, Minha Vida” tenha emplacado novas possibilidades aos brasileiros. O comprometimento de parte da renda para as parcelas do financiamento de um imóvel incide em replanejamento financeiro familiar. No ato da assinatura do contrato, porém, o cidadão precisa estar atento a muitas cláusulas e consultar o corretor sempre que dúvidas surgirem.

As chuvas ocorridas nas últimas semanas têm prejudicado milhares de famílias. Algumas, inclusive, já não possuem seus lares, então arrastados pela força da natureza. Outros, diferentemente, mal podem acessar a residência por causa dos perigos de desmoronamento.

O que fazer quando se perde a moradia?

Na verdade, é melhor refazer a pergunta: o que fazer no momento da compra do imóvel?

É importante se atentar a duas diretrizes. As residências consolidadas por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) devem contemplar seguro contra Danos Físicos ao Imóvel (DFI), bem como para Morte e Invalidez Permanente (MIP).

De acordo com Marco Aurélio Luz, presidente da Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (AMSPA), o consumidor precisa estar atento a cada detalhe para garantir todos os seus direitos, pois em ocasiões como as atuais, de chuvas e estragos, existe a possibilidade de recorrer e repor os danos.

Portanto, antes de fechar contrato e consolidar o sonho da casa própria, questione o corretor sobre o SFH e o MIP. No futuro pode ser preciso, quer queira, quer não.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Link Comunicação

Alagamentos, Seguro contra Danos Físicos ao Imóvel, Seguro residencial

Índice Nacional de Custo da Construção cai em janeiro de 2011

27, janeiro, 2011

Construir pelo país ficou mais barato neste mês. Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) carimbam variação de 0,37% no Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), percentual abaixo do constatado em dezembro, quando a entidade registrou índice de 0,59%.

A FGV calcula que nos últimos 12 meses encerrados em janeiro, o índice contraiu variação de 7,42%. O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços avançou para 0,42% no mês, contra 0,13% de antes, mas o índice atinente à categoria Mão de Obra decresceu de 1,08% em dezembro para 0,32% de agora.

Na categoria relacionada especificamente a Materiais e Equipamentos houve variação de 0,22% em janeiro, superior ao 0,09% do mês passado. Materiais para instalação, como subgrupo, obteve destaque entre os demais, pois a taxa passou de 0,47% para 0,76%.

Em relação aos Serviços, a taxa saltou de 0,25% para 1,21%, com destaque para o subgrupo denominado serviços pessoais, em que o índice pulou para 2,16% em janeiro, contra 0,32% de dezembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV

2011, Construção Civil, INCC, Índices

Imóveis de 2 dormitórios são os mais procurados

21, janeiro, 2011

A expansão do setor imobiliário deve ser mais branda em 2011, após meses de intensa atividade por todo o país. De acordo com o Departamento de Economia e Estatística do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), por meio da Pesquisa do Mercado Imobiliário, 31 mil residências novas foram edificadas em São Paulo entre janeiro e novembro do ano passado, mil unidades a mais em relação ao período análogo de 2009.

A configuração de destaque nesses 11 meses foram os imóveis de dois quartos, responsáveis por 40% das unidades comercializadas. Os lares de três dormitórios, porém, representaram índice não muito abaixo desse, de 32%, enquanto moradias de quatro quartos, 17%. De acordo com a pesquisa, a menor procura foi pelos locais de apenas um dormitório (11%).

Embora medidas de aperto de crédito venham a diminuir as vendas pelo setor, se os prognósticos se confirmarem a diretoria do Sindicato da Habitação crê na continuidade dos bons resultados averiguados no segmento, com crescimento próximo ao índice do Produto Interno Bruto (PIB), calculado (para 2011) em 4,5% pelo Banco Central (BC).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online

Dois Dormitórios, Imóveis, Mercado Imobiliário, São Paulo

Venda de materiais de construção tem crescimento

21, janeiro, 2011

Com bom crescimento nos últimos meses e acompanhando a expansão do setor imobiliário, a comercialização doméstica de materiais de construção ascendeu 6,96% em dezembro de 2010 perante mês igual de 2009. Por outro lado, no confronto com novembro do ano passado houve arrefecimento de 8,88%.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), as vendas de componentes de acabamento ilustraram avanço de 17,9% no mês passado sobre dezembro de 2009, ao mesmo instante que materiais básicos avançaram 1,4%, na mesma base comparativa.

Para Melvyn Fox, presidente da associação, o resultado é proveniente do início de inúmeras obras em 2008, ocasião em que ocorreu aumento de materiais considerados como básicos. Contudo, boa parte dos empreendimentos atravessa, atualmente, etapas de conclusão.

A Abramat assinala que o segmento de materiais conquistou no ano passado crescimento de 12,14% no quesito faturamento, extrapolando inclusive a alta de 12% estimada anteriormente. Para 2011, por outro lado, a entidade prevê incremento de 9%, mesmo com a dilatação da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para até 31 de dezembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters

Abramat, Materiais de Construção, Reformas, Vendas

Aluguel de Imóveis em São Paulo – Novembro de 2010

19, janeiro, 2011

Nem sempre o consumidor consegue adquirir bens de valores altos, sobretudo veículos automotores e residências. Ao segundo caso, portanto, pode-se dar “aquele” jeitinho de ter um canto para morar, que é justamente a ocupação de imóvel sob o regime do aluguel. Nos meses de setembro e outubro do ano passado, o índice de locação no Estado de São Paulo recuou consideravelmente, porém em novembro a história foi diferente.

Dados divulgados no dia 17 de janeiro pelo Conselho Regional dos Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo (Creci-SP) indicaram avanço de 1,63% no número de locações realizadas na região em comparação a outubro, que havia contraído queda de 13,72% sobre setembro.

Das quatro regiões consultadas, três configuraram avanços no índice, com destaque para o litoral, território em que a locação registrou salto de 36,26% em novembro sobre seu mês imediatamente anterior. Na capital paulista o avanço foi mais ameno, de 1,85%, enquanto o grande ABC, Osasco e Guarulhos, contabilizaram juntas  incremento de 1,21%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL

Aluguel, Creci-SP, Imóveis, Notícias, São Paulo

Secovi-SP – Luz Solar interfere na valorização de Imóveis

18, janeiro, 2011

Ao adquirir um novo empreendimento clientes são questionados sobre qual andar preferem, quantos dormitórios e qual posição almejam no prédio, ou seja, com maior incidência, ou não, da luz solar, entre outras indagações, todas importantes e que recaem sobre o valor do imóvel.

Informações divulgadas pelo Secovi-SP indicam que a disposição de luz na habitação proveniente da luz do sol em detrimento à luz artificial pode valorizar o local em aproximadamente 10%.

Para Luiz Fernando Gambi, diretor de comercialização e marketing do sindicato, quanto mais o cidadão reside ao sul, mais amplo é o interesse por imóveis situados ao norte, principalmente se a luz solar penetra na sala de estar e nos quartos no período matutino. Em sua visão, além de conferir maior aconchego, essa disposição proporciona economia na conta de energia elétrica.

Artigo exprimido pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) relaciona que residências volvidas ao lado sul tendem a ser mais escuras, frias, inclusive com recorrência de umidade e mofo, também atrapalhando o bom desenvolvimento de plantas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Imóveis, Notícias, Secovi, Valorização

Secovi-SP – Vendas de Imóveis em 2010

13, janeiro, 2011

Notícias circundando o bom momento do setor imobiliário brasileiro não são mais novidades. Levantamento realizado pelo Departamento de Economia e Estatística do O Sindicato das Empresas  de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) indica que entre janeiro e dezembro do ano passado 31 mil residências novas foram vendidas na cidade de São Paulo, um mil acima do período igual de 2009.

De acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário, estudo em questão, a quantidade só não atingiu um patamar mais elevado em virtude dos lançamentos não terem acompanhado o ritmo do segmento. Apesar disso, em 2010 cerca de 36 mil unidades comercializadas poderão ser constatadas.

O Secovi-SP exprime que o índice Vendas Sobre Oferta (VSO) chegou a 22,7%, em média, de janeiro a novembro. O medidor tem por base a correspondência entre o total de imóveis comercializados sobre o volume ofertado mensalmente. A classe média foi a grande responsável pelo bom patamar do VSO, uma vez que a casta adquiriu bom número de lares.

Release divulgado pelo sindicato expõe que no acumulado de 2010 até novembro, conforme informações da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), 30 mil unidades foram lançadas em São Paulo, 19% acima do período análogo de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Imóveis, São Paulo, Secovi, Vendas

Consórcios de Imóveis – Crescimento no número de participantes e contemplados em 2010

12, janeiro, 2011

Imóvel pode ter sido, grosso modo, uma das palavras mais mensuradas no ano passado pela imprensa brasileira, tanto para o sentido positivo da questão como para o negativo. O consumidor tem se mostrado mais otimista quanto à compra desse bem se valendo de várias maneiras, entre as quais financiamentos, aquisição à vista ou consórcios.

Especificamente relacionado ao último caso acima, a venda de novas cotas no setor de consórcios avançou 11,4% no acumulado de 2010 até novembro em relação aos primeiros 11 meses de 2009, para 209,4 mil unidades. Informações apregoadas pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) também indicam incremento no valor médio das cotas para a aquisição de moradias, pulando de aproximados R$ 89,4 mil para mais de R$ 103,3 mil, diferença de 15,6%.

De acordo com o portal R7, em novembro passado o setor agregou 578 mil partícipes, alta de 8% no confronto anual. No acumulado de 2010 até o mês em questão, 61,7 mil cidadãos foram contemplados, alta de 4,8% em detrimento ao período análogo de 2009.

A justificativa para esse bom movimento na visão da associação tem por base a estabilidade no emprego e o bom cenário digerido pela economia brasileira.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Consórcios, Imóveis, Notícias

Setor Imobiliário – Expectativas de Desaceleração

12, janeiro, 2011

A expansão do setor imobiliário foi vigorosa nos últimos anos, tanto pelo aumento do crédito ao consumidor quanto pelo otimismo da população, aumento da massa salarial, crescimento do número de vagas formais e o programa habitacional do governo federal, “Minha Casa, Minha Vida”.

Àqueles que aproveitaram o bom e recente momento devem comemorar muito, pois para 2011 está prevista a diminuição de lançamentos em todo o país. O citado programado governo deverá responder por boa parte dos novos empreendimentos, tanto que para Teotônio Costa Rezende, consultor da vice-presidência de governo da Caixa Econômica Federal (CEF), a segunda fase do MCMV tem por escopo lançar dois milhões de unidades habitacionais até 2014, ano em que o país sediará a próxima Copa do Mundo.

A principal diretriz do programa é conceder subsídios de até R$ 23 mil para moradias de até R$ 130 mil. Na visão de Rezende, o grande obstáculo é tornar possível a utilização de terrenos com boa infraestrutura e a um preço em consonância aos cidadãos de baixa renda.

Na opinião de Ricardo Almeida, professor de finanças do Insper Instituto de Ensino e Pesquisa, o problema atual será superar a ausência da mão de obra e a infraestrutura que comportem, assim, a expansão pretendida.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Alshop

Caixa Econômica, Imóveis, Notícias